terça-feira, 31 de março de 2009

Os tipos mais comuns de manipuladores



Galerinha encontrei uma lista com os tipos mais comuns de manipuladores.
Fiquei bastante chocada, pois na maioria das vezes, esses tipos de pessoas,
passam por nossas vidas sem ao menos sabermos o porquê de tanta manipulação. Credo!!
Agora com as dicas da terapeuta Nazaré, vamos saber de como nos livrar desses
manipuladores de plantão, pois todo cuidado é pouco... kkkkkkkkk
Namastê ;)


A terapeuta Nazaré lista os principais tipos de manipuladores, mostrando suas máscaras mais comuns.

Simpático(a)
– é a máscara mais freqüente utilizada pelos manipuladores. Ele(a) é sorridente, extrovertido(a), sabe aproveitar a vida. Demonstra atenção com os outros, mas faz questão de marcar a sua posição. Aos poucos, vai ocupando o lugar da outra pessoa. Seu perigo reside justamente em ser tão agradável. Mostrando-se gentil e amoroso(a), consegue fazer com que as pessoas sintam-se pouco à vontade para discordar das suas opiniões. Esse tipo consegue criar um clima de amizade e camaradagem com extrema facilidade.

Sedutor(a)
– vaidoso(a) e atraente, ele(a) gosta de olhar nos olhos, de fazer perguntas embaraçosas e de manter certo mistério em torno de si. Não economiza elogios e galanteios e, assim, consegue o quer das pessoas, que o(a) consideram charmoso(a) e irresistível, embora não consigam nada com ele(a).

Altruísta
– não mede esforços para agradar: dá presentes, faz favores... mas tudo na expectativa da reciprocidade. Ou seja: não aceita recusas, o que faz com que as pessoas sintam-se pouco à vontade ou eternas devedoras.

Culto(a)
– demonstra, sutilmente, deprezo por quem não possui conhecimentos equivalentes aos seus. Mostra admiração quando alguém não está em dia com o que considera assuntos do momento e adora deixar as pessoas pouco à vontade. Costuma monopolizar as conversas falando, de preferência, sobre temas que os outros não dominam e se irrita quando alguém interrompe ou faz perguntas. Valoriza excessivamente diplomas, currículos, projeção social e outros sinais externos que aumentam a sua baixa auto-estima.

Tirano(a) - costuma ser exageradamente crítico(a), tem ataques de agressividade e, embora não goste de elogiar, apela para a lisonja quando quer conseguir alguma coisa. Desagradável, autoritário(a), gosta de ser temido(a) e não hesita em demonstrar a sua prepotência. Valoriza o poder acima de tudo e exige ser obedecido(a). Sente-se um rei ou uma rainha e faz questão de ser tratado(a) como tal. Costuma transformar a vida das pessoas que o(a) cercam num inferno.

Tímido(a
) – quando está em grupo, mantém-se retraído(a) . Silenciosamente, observa as pessoas e as julga com o olhar. Sua presença tanto pode passar desapercebida como tornar-se opressora. Muitas vezes, reveste-se da imagem frágil, vulnerável e submissa, despertando o sentimento de proteção. Cria desarmonia e desconfiança no ambiente em que vive, mas de forma sutil. De modo geral, ninguém imagina que ele(a) seja a fonte do mal-estar reinante.


os lances mais comuns no jogo dos manipulação


Embora os perfis sejam diferentes, considerando-se aspectos da personalidade, o meio social e as experiências de vida, há atitudes e manobras típicas no jogo dos manipuladores.


Para esquivar-se das situações, o(a) manipulador(a) lança mão de diversas manobras:

- Quando se trata de um compromisso social, pode simplesmente não ir ou dar uma passada rápida apenas para constar. Quando o programa não o(a) interessa, não se preocupa em ser gentil e não faz a menor questão de disfarçar o seu tédio.

- Não respeita a pontualidade nem se incomoda em deixar outras pessoas esperando. Em contrapartida, odeia esperar e mostra-se extremamente intolerante quando isso acontece.

- Se quer evitar uma conversa, transfere o assunto para mais tarde e usa argumentos como “estou cansado(a)”, “mais tarde a gente fala sobre isso”, “não tenho tempo”, “não me aborreça com isso agora” e assim por diante. Dá sempre um jeito de fugir do assunto que incomoda, sem se importar com a necessidade emocional do(a) parceiro(a).

- Se existe um problema a ser resolvido, ele(a) não se envolve, preferindo encontrar um(a) culpado(a). Para um(a) legítimo(a) manipulador(a), o “defeito” está sempre nos outros e os problemas acontecem por conta de pessoas incompetentes, seja em que área for.

- Corta as discussões com argumentos como “não é possível dialogar com você”.

- Em vez de resolver um conflito, fica ofendido(a), distorce os fatos e tenta fazer com que a outra pessoa sinta-se culpada.

- Não quer se comprometer e evita qualquer tipo de situação que possa fazê-lo(a) sentir-se acuado(a) ou pressionado a tomar uma decisão.

- Gosta de passar a imagem de autoridade e que saber mais que os outros. Para isso, se necessário, apela para a vilência emocional e a coerção.

- Sempre que conveniente, muda de opinião sem o menor constrangimento. Também não assume a sua parcela de responsabilidade nos maus resultados. Quando a coisa anda bem, ao contrário, se vangloria de ser o(a) estrategista da ação.

Fonte:
www.vaidarcerto.com.br
Imagem:
Michal Hustaty

Um comentário:

Anônimo disse...

É... tem muita gente que tem um manipulador bem perto,ao lado, e nem desconfia... como eu tambem nem imaginava estar perto de um destes...vou me livrar dele da proxima vez que ve-lo...Adeus!!!